O que ontem era-me doloroso.
O que ontem fazia-me morrer.
Hoje veio fortalecer, fazer crescer.
Não entendia seus valores.
Não entendia suas crenças.
Nem conseguia me entender.
Pobre de mim que pensei errado.
Ele estava sempre cronometrado.
Sabia manipular o tempo, o da vida.
O bom é que, ele não precisou ir.
Não precisou ir pra eu dar valor.
Agora entendi o seu amor, pai.
(Álisson Bonsuet)
segunda-feira, 12 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
Destino sempre certo que será incerto
E eu ainda amo um amor quase impossível.
Um daqueles que já sabemos, sempre é.
Me remete a pensamentos tão distintos.
É o destino que me faz sempre ter fé.
Não é aquela fé que os homens sentem.
Que creem em algo divino, divindades onipresentes.
É apenas a esperança de sonhar em tê-lo.
O amor que seja meu, aquele que é verdadeiro.
Conscientemente, já não minto para mim.
Seria perda de tempo, perda de juízo.
Se é que eu o tenho, se é que não me foi roubado.
Não posso e não vou fugir, o futuro está guardado.
Um daqueles que já sabemos, sempre é.
Me remete a pensamentos tão distintos.
É o destino que me faz sempre ter fé.
Não é aquela fé que os homens sentem.
Que creem em algo divino, divindades onipresentes.
É apenas a esperança de sonhar em tê-lo.
O amor que seja meu, aquele que é verdadeiro.
Conscientemente, já não minto para mim.
Seria perda de tempo, perda de juízo.
Se é que eu o tenho, se é que não me foi roubado.
Não posso e não vou fugir, o futuro está guardado.
domingo, 4 de março de 2012
Fazer valer
Dorme amor, amanhã o sol vai querer nos ver.
Dorme vida, eu sei que doeu para perceber.
Tudo tem seus ciclos e fases.
Tudo o que faço é sentir.
Perdão se pus nossas vidas nos mares.
Perdão se não posso sorrir.
Talvez seria pedir muito.
Mesmo que não pedisse nada.
Só quero o que sempre foi meu.
Mas sei, abandonei nossa estrada.
E se o poeta não vale de nada.
Lembra do amor sem igual.
Ainda amava o momento.
Passava lento, tudo sempre surreal.
E se nada é certo, eu também não seria.
Ter você por perto, ter de volta a magia.
Querer-te é pedir muito, pois tudo é você.
Querer-te é pedir mundo, o antigo prazer.
Álisson Bonsuet.
Dorme vida, eu sei que doeu para perceber.
Tudo tem seus ciclos e fases.
Tudo o que faço é sentir.
Perdão se pus nossas vidas nos mares.
Perdão se não posso sorrir.
Talvez seria pedir muito.
Mesmo que não pedisse nada.
Só quero o que sempre foi meu.
Mas sei, abandonei nossa estrada.
E se o poeta não vale de nada.
Lembra do amor sem igual.
Ainda amava o momento.
Passava lento, tudo sempre surreal.
E se nada é certo, eu também não seria.
Ter você por perto, ter de volta a magia.
Querer-te é pedir muito, pois tudo é você.
Querer-te é pedir mundo, o antigo prazer.
Álisson Bonsuet.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
A praga do anjo
E, se o anjo insiste em se apaixonar.
E, se a moldura por si só não salvar.
O certo a fazer, é ser errado ao se entregar.
Toda essa estória fez o anjo mandão.
Ver que a vida é quase sempre com razão
Os sinais o mundo deu, pois até ele percebeu.
Não precisava de sinal para assinar o dito e certo
O anjo virou praga quando a praga viu o anjo.
Os dois hoje são um só, separados por motivos.
Mas anjo que é anjo sabe quando erra.
Não desgruda nem por nada dessa praga quase certa.
Álisson Bonsuet.
E, se a moldura por si só não salvar.
O certo a fazer, é ser errado ao se entregar.
Toda essa estória fez o anjo mandão.
Ver que a vida é quase sempre com razão
Os sinais o mundo deu, pois até ele percebeu.
Não precisava de sinal para assinar o dito e certo
O anjo virou praga quando a praga viu o anjo.
Os dois hoje são um só, separados por motivos.
Mas anjo que é anjo sabe quando erra.
Não desgruda nem por nada dessa praga quase certa.
Álisson Bonsuet.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Pedras perdidas
Cresci rodeado de estranhos.
Até saber que o estranho era eu.
Caí com as pedras e perdas.
O rancor foi o que me fortaleceu.
Tudo bem eu acabar com a minha vida.
É a minha mesmo, quem se importa?
É legal se eu não curo as feridas.
A minha certeza nasceu morta.
Assim eu acordo nos dias de felicidade.
Sem saber se sinto, sem saber a verdade.
Pois é assim que eu acordo todos os meus dias.
Dias esses, que poderiam ser com alegria.
Após a tempestade, as lágrimas vão embora.
Embora eu não seja um amante de auroras.
Por fora eu não sou amante algum.
Mas a vida é minha, eu destruo sem querer.
Até saber que o estranho era eu.
Caí com as pedras e perdas.
O rancor foi o que me fortaleceu.
Tudo bem eu acabar com a minha vida.
É a minha mesmo, quem se importa?
É legal se eu não curo as feridas.
A minha certeza nasceu morta.
Assim eu acordo nos dias de felicidade.
Sem saber se sinto, sem saber a verdade.
Pois é assim que eu acordo todos os meus dias.
Dias esses, que poderiam ser com alegria.
Após a tempestade, as lágrimas vão embora.
Embora eu não seja um amante de auroras.
Por fora eu não sou amante algum.
Mas a vida é minha, eu destruo sem querer.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Um novo amanhecer
Intolerância, inimizade, desigualdade.
A voz que invade a mente vazia.
Mãos trêmulas que regem o futuro.
As mãos trêmulas da antropofagia.
Comem a minha paz, por ganancia.
Comem a minha alma por arrogância.
Numa dessas, arranca a minha beleza.
A verdade imaterial, o saber, a destreza.
Mas é preciso sentir a dor para ver cor.
Pois é preciso sentir odor para conhecer a flor.
E necessidade plantar e não comprar.
É bem vinda toda a forma de amar.
Amando, o amanhecer vai acontecer.
A mando do ser presente ao se fazer.
Sonhando com um novo prazer.
Sem dinheiro, sem a capitalização do poder.
Álisson Bonsuet.
A voz que invade a mente vazia.
Mãos trêmulas que regem o futuro.
As mãos trêmulas da antropofagia.
Comem a minha paz, por ganancia.
Comem a minha alma por arrogância.
Numa dessas, arranca a minha beleza.
A verdade imaterial, o saber, a destreza.
Mas é preciso sentir a dor para ver cor.
Pois é preciso sentir odor para conhecer a flor.
E necessidade plantar e não comprar.
É bem vinda toda a forma de amar.
Amando, o amanhecer vai acontecer.
A mando do ser presente ao se fazer.
Sonhando com um novo prazer.
Sem dinheiro, sem a capitalização do poder.
Álisson Bonsuet.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Maravilhosa angústia
Existe algo dentro de mim, é uma angústia boa de ser sentida.
Que talvez por mais de uma vida, me assombra e assombrou.
É uma necessidade de ser liberto, ser humano, ser incerto.
É ainda uma urbanidade vivida, contida em músicas, cheiros.
Pode ser a cópia do pobre proletariado, numa rotina monótona.
Deve ser em preto e branco, como um dia não quis que fosse.
Hoje, podemos sair, beber, sentir os carros pulsando a toxina.
E ainda ver a menina, com suas roupas velhas, sem rima.
Mas valorizo os sentimentos se é angústia que hoje eu sinto.
Mas vale a pena o sofrimento se não for um sentimento perdido.
Isso só me arrasta para algo que eu detesto, sem cor.
Isso só me afasta do mistério, mas é isso que eu sinto, em cinza sem amor.
Que talvez por mais de uma vida, me assombra e assombrou.
É uma necessidade de ser liberto, ser humano, ser incerto.
É ainda uma urbanidade vivida, contida em músicas, cheiros.
Pode ser a cópia do pobre proletariado, numa rotina monótona.
Deve ser em preto e branco, como um dia não quis que fosse.
Hoje, podemos sair, beber, sentir os carros pulsando a toxina.
E ainda ver a menina, com suas roupas velhas, sem rima.
Mas valorizo os sentimentos se é angústia que hoje eu sinto.
Mas vale a pena o sofrimento se não for um sentimento perdido.
Isso só me arrasta para algo que eu detesto, sem cor.
Isso só me afasta do mistério, mas é isso que eu sinto, em cinza sem amor.
Assinar:
Postagens (Atom)






