Morena do sorriso quadrado.
Que belas curvas as tuas !
Mulher que me fez mais amado.
Que se apossou de minhas ruas.
Se antes via a vida como um cigarro,
que queima até o teu fim.
Hoje vejo quebrar os teus saltos,
e num voo alto ser dona de mim !
Álisson Bonsuet.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Fica ?!
Gentileza era mulher do Pedro, oi prazer, Pedro; virou angústia cedo a tal mulher do Pedro, ele caminhou bebendo o gozo feromônico e namorou com Bela, o tempo não parou, bem como o poeta cantou, a Bela apodreceu e virou cinza; então é isso, Pedro bebeu, morreu, morreu só ? Oh não ! Pedro se fez Alfredo conheceu uma Margarida, também estava de partida, deram as mãos e foram, foram viver, passaram por nós um dia desses e simplesmente, foram simples, sem se ir... Nunca mais !
Álisson Bonsuet
Álisson Bonsuet
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Nossa pressa
Tão curtos estes tempos.
Tão violentos sabores.
E as dores, a noite, o fogo.
Fico louco, imaginando nossa peça,
tão certa de certezas, tão samba.
E ela queima até o final.
A música e o risco escolhido,
foram apenas rabiscos no papel.
E se hoje queima, não vai embora.
Fica impregnada em minhas mãos.
Sente o som da emoção e dança.
Freneticamente como se tudo acabasse logo.
Posso então chamar de minha,
o que eu nunca pude ter.
Álisson Bonsuet.
Tão violentos sabores.
E as dores, a noite, o fogo.
Fico louco, imaginando nossa peça,
tão certa de certezas, tão samba.
E ela queima até o final.
A música e o risco escolhido,
foram apenas rabiscos no papel.
E se hoje queima, não vai embora.
Fica impregnada em minhas mãos.
Sente o som da emoção e dança.
Freneticamente como se tudo acabasse logo.
Posso então chamar de minha,
o que eu nunca pude ter.
Álisson Bonsuet.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Ti
Acorda amor, ainda estou contigo.
Mesmo depois de não dar-te sorrisos.
Acorda meu anjo, aqui faço-me presente.
Sei que ainda sente, sei que ainda vibra.
Em vida ou em morte,
Foi minha sorte por muito te ter.
Mesmo após a ida, não haverá despedida.
Só há o concreto, por certo, morrer.
Eu até fui forte,
sem perder meu norte,
sem saber perder você.
Sei presenciar tua felicidade.
E dela eu hei de fazer parte.
Daí já não sabereis partir.
Afirmo, não traio quem atraiu-me.
Nego, me faço de cego perto do fim.
Questiono, será que sou dono do sono de ti?
Álisson Bonsuet.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Noite em sala
Ovo com queijo.
Café com gelo.
Mas, não dói mais.
É até confortável.
Mentais faculdades,
Pra saber fazer arte.
Cabana na sala.
Que cheiro ! Inala !
Que sonho seria,
Temer todo dia,
Tua ida, tua mão.
Que a morte do dia.
Nos traga a vontade.
Da realidade.
Princesa então.
Álisson Bonsuet.
Café com gelo.
Mas, não dói mais.
É até confortável.
Mentais faculdades,
Pra saber fazer arte.
Cabana na sala.
Que cheiro ! Inala !
Que sonho seria,
Temer todo dia,
Tua ida, tua mão.
Que a morte do dia.
Nos traga a vontade.
Da realidade.
Princesa então.
Álisson Bonsuet.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Café, poesia e cafuné
Nos olhos molhados da morena.
No grande sorriso da pequena.
No fogo que agora incendeia.
No amor que aqui se faz.
Tenho-me com fome de ti.
Laço-me nos ventres presentes.
Talvez ponhas para dormir.
Mas só não seria a gente.
Respiração afoita.
O coração palpitando.
Não é a doença com força
É a menina dançando.
Não quero que aches que sou,
Casmurro ou sujo, sem cor.
De ti quero um beijo e dois filhos.
De nós, carinho e abrigo.
Te davas o eterno.
Tu me davas, sincero.
Em troca o complemento.
De volta o prazer, bem lento.
Álisson Bonsuet.
No grande sorriso da pequena.
No fogo que agora incendeia.
No amor que aqui se faz.
Tenho-me com fome de ti.
Laço-me nos ventres presentes.
Talvez ponhas para dormir.
Mas só não seria a gente.
Respiração afoita.
O coração palpitando.
Não é a doença com força
É a menina dançando.
Não quero que aches que sou,
Casmurro ou sujo, sem cor.
De ti quero um beijo e dois filhos.
De nós, carinho e abrigo.
Te davas o eterno.
Tu me davas, sincero.
Em troca o complemento.
De volta o prazer, bem lento.
Álisson Bonsuet.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Pequena confissão
Chegou a hora de crescer.
O que não para é o que se vê.
A vida em falas, em cenas.
Arruma as malas e os poemas.
Ponha-te a adorar-me sem esforço.
Suga-me a carne e um roubo.
Corta-nos e molda no quadro.
Mas deixa crescer se amar é o fardo.
Álisson Bonsuet.
O que não para é o que se vê.
A vida em falas, em cenas.
Arruma as malas e os poemas.
Ponha-te a adorar-me sem esforço.
Suga-me a carne e um roubo.
Corta-nos e molda no quadro.
Mas deixa crescer se amar é o fardo.
Álisson Bonsuet.
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