Nos olhos molhados da morena.
No grande sorriso da pequena.
No fogo que agora incendeia.
No amor que aqui se faz.
Tenho-me com fome de ti.
Laço-me nos ventres presentes.
Talvez ponhas para dormir.
Mas só não seria a gente.
Respiração afoita.
O coração palpitando.
Não é a doença com força
É a menina dançando.
Não quero que aches que sou,
Casmurro ou sujo, sem cor.
De ti quero um beijo e dois filhos.
De nós, carinho e abrigo.
Te davas o eterno.
Tu me davas, sincero.
Em troca o complemento.
De volta o prazer, bem lento.
Álisson Bonsuet.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Pequena confissão
Chegou a hora de crescer.
O que não para é o que se vê.
A vida em falas, em cenas.
Arruma as malas e os poemas.
Ponha-te a adorar-me sem esforço.
Suga-me a carne e um roubo.
Corta-nos e molda no quadro.
Mas deixa crescer se amar é o fardo.
Álisson Bonsuet.
O que não para é o que se vê.
A vida em falas, em cenas.
Arruma as malas e os poemas.
Ponha-te a adorar-me sem esforço.
Suga-me a carne e um roubo.
Corta-nos e molda no quadro.
Mas deixa crescer se amar é o fardo.
Álisson Bonsuet.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
A emergência a emergir
O sol subiu as montanhas.
Os anjos quiseram nos ver.
É mais uma vez que se tenta.
É só uma flor a crescer.
São risos, amores, libido.
Encontros na vida e nos trilhos.
Os tiros do culpado cupido.
Cumpriram sua missão com prazer.
Mataram meus tempos de sobra.
Comeram as vísceras, a memória.
E levantou pra amar.
Ressuscitou pra sonhar.
Álisson Bonsuet.
Os anjos quiseram nos ver.
É mais uma vez que se tenta.
É só uma flor a crescer.
São risos, amores, libido.
Encontros na vida e nos trilhos.
Os tiros do culpado cupido.
Cumpriram sua missão com prazer.
Mataram meus tempos de sobra.
Comeram as vísceras, a memória.
E levantou pra amar.
Ressuscitou pra sonhar.
Álisson Bonsuet.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Virgindade
Se faz em dor que vem de dentro.
É o despudor que segue em ventos.
É a mais pura metamorfose.
Pede juízo se vende em doses.
Mas como é triste saber então.
A linda moça vira mulher.
Não é tristeza a solidão.
É que com este coração,
a moça faz o que quiser.
domingo, 29 de julho de 2012
Pausa pro café
A gente busca alguém pra amar, pra chamar de sempre, pra sonhar meio que igual, sonhar junto. Não quero construir o sonho dos outros e nem é preciso ser o centro de tudo, quero gente grande, gente forte, gente que me ajude a pensar, a viver, não alguém que precisemos ensinar o certo ou errado, quero mente pra evoluir, quem está ao nosso alcance sobe com mais facilidade do que quem está no chão, não hoje, ainda não é a hora...
Álisson Bonsuet em poucas palavras...
Álisson Bonsuet em poucas palavras...
sábado, 28 de julho de 2012
Amar em mar
Hoje resolvi fazer pra sempre aquele sentimento que se fez interno.
Quantas vezes a alma sorriu, desapegou daquele fardo.
Quantas vezes a gente caiu, chega pediu pra ficar no buraco.
Mas é que hoje eu resolvi mudar a estória.
Resolvi contar minhas glórias, e abir os dentes escancaradamente.
Aquele sono inteligente, aquele sol de madrugada, era meu corpo.
Veja no espelho a esperança de acordar.
A sua história é só sua, não importa quem deixar.
Por mais que se vá, por mais que se vem, morreremos sem.
Morremos só, então viveremos bem, ou nem, só viverei.
Vida enciclica, vida em ciclos, a vida e suas fases.
Nos traga a bagagem, nos traga a luz, nos traga a calma e a tolerância.
Nos leve a arrogância, petulância, só nos leve além !
Álisson Bonsuet.
Quantas vezes a alma sorriu, desapegou daquele fardo.
Quantas vezes a gente caiu, chega pediu pra ficar no buraco.
Mas é que hoje eu resolvi mudar a estória.
Resolvi contar minhas glórias, e abir os dentes escancaradamente.
Aquele sono inteligente, aquele sol de madrugada, era meu corpo.
Veja no espelho a esperança de acordar.
A sua história é só sua, não importa quem deixar.
Por mais que se vá, por mais que se vem, morreremos sem.
Morremos só, então viveremos bem, ou nem, só viverei.
Vida enciclica, vida em ciclos, a vida e suas fases.
Nos traga a bagagem, nos traga a luz, nos traga a calma e a tolerância.
Nos leve a arrogância, petulância, só nos leve além !
Álisson Bonsuet.
Pedido amargo
Ei, menina morena, pra que fazes tanta cena?
Já não sabes que me tens e já não sabes que és meu bem?
Ei menina morena, me pediu um ou dois versos.
Só não sei se irá ama-lo, nem sei se vai amar-me.
Ei, menina tão bela, qual o motivo disso tudo.
Uma mordida e dois desprezos.
Um ciume carregado de teatro, carregado de desamor.
Carregando então no peito, a lembrança do desejo.
Não quero que penses que ando por ai rindo a toa.
Eu não choro e nem divirto essas ruas nada boas.
Me bebo, me fumo, me distraio e volto sempre ao mesmo.
A eu mesmo, onde navego, onde espero, onde só lembro.
Álisson Bonsuet.
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