Perdão amor, por usar desta paixão.
Perdão menina mulher, por usar destes escritos.
É baixo, é lindo, é a unica forma de amar-te.
É ainda a antiga maravilha, o presente angustioso.
Escreve pra mim também, mostra o que tu tens.
Por bem ou por mal, fez minha vida eterno caos.
Patologia platônica, amor desacerbado.
Será que sou tão descarado pra não saber por onde andas?
Anda comigo, pois sem migo, são inimigos esses dias.
Ando com medo, pois em segredo eu perco o sagrado.
Em meus pensamentos, tu és a primeira, a mais amada.
Em meus sorrisos, teu nome é de deusa, teu nome é risada.
Álisson Bonsuet.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
terça-feira, 9 de abril de 2013
Do tal zelo
Quando teu quarto esvaziar,
quando teu copo não mais restar,
quando tua alma não transbordar.
sai pra perguntar, cadê meu par?
Cuida amor, do mais singelo riso,
da mais perfeita forma, errada,
do mais sofrido tapa, sacana.
Sejamos homens, façamos valer.
Sejamos mente, em verdade sofrer.
Sempre sejamos sentimentos.
Sempre o zelo por ter.
Álisson Bonsuet.
sábado, 6 de abril de 2013
Ultima parada
Essa indiferença, que a mim envenenou.
Toda a minha crença, que descrente me deixou.
Nunca mais certeza, nunca mais eu sou.
Andando pelos bares e enchendo mais um copo.
Enchendo mais de lágrimas o que em fome eu devoro.
Enchendo o meu saco, quebrando meus espelhos.
Fugindo dessas ruas, vai em fuga pensamentos!
Essa desistência que em fim nunca se deu.
Nunca foi embora, e embora não quisesse.
Fez ouvir as minhas preces, por favor desaparece.
Só queria novamente.
Álisson Bonsuet.
Toda a minha crença, que descrente me deixou.
Nunca mais certeza, nunca mais eu sou.
Andando pelos bares e enchendo mais um copo.
Enchendo mais de lágrimas o que em fome eu devoro.
Enchendo o meu saco, quebrando meus espelhos.
Fugindo dessas ruas, vai em fuga pensamentos!
Essa desistência que em fim nunca se deu.
Nunca foi embora, e embora não quisesse.
Fez ouvir as minhas preces, por favor desaparece.
Só queria novamente.
Álisson Bonsuet.
sexta-feira, 22 de março de 2013
Bem longe de mim
Falei-lhe, foi por tanto falar que falhei.
Te li, e por tanto saber, sofri.
Sorri-lhe, que de tanto amor, chorei.
Que de tanto amar, esqueci.
Lembrei-me, e pra te esquecer,
mais uma vez escrevi.
E pra me consolar,
você não sentiu como eu senti.
Álisson Bonsuet.
Te li, e por tanto saber, sofri.
Sorri-lhe, que de tanto amor, chorei.
Que de tanto amar, esqueci.
Lembrei-me, e pra te esquecer,
mais uma vez escrevi.
E pra me consolar,
você não sentiu como eu senti.
Álisson Bonsuet.
terça-feira, 12 de março de 2013
Sobre o teu nome
Maria da Saudade foi paixão de seu João.
João era de Santos e até eles deixaram-no na mão.
Maria da Saudade fugiu com o circo, que perigo malabares!
Meche com fogo mas não toca na Maria.
Já pensou se algum dia ela passeia em teus bares?
Álisson Bonsuet.
João era de Santos e até eles deixaram-no na mão.
Maria da Saudade fugiu com o circo, que perigo malabares!
Meche com fogo mas não toca na Maria.
Já pensou se algum dia ela passeia em teus bares?
Álisson Bonsuet.
sábado, 9 de março de 2013
Eustácio evolutivo
Eustácio era tão ranzinza, seu mundo era todo cinza.
Conheceu uma flor de amor, que perfume forte!
Eustácio pensava em morte, e a flor, ah, a flor não pensava.
A flor, de presente, deu-lhe seu mais belo e sincero sorriso.
Eustácio achando que o mundo gira em torno do teu umbigo arrancou-a.
E a flor murchou com o tempo, o sorriso de Eustácio foi embora lento.
Oh tolo Eustácio, o amor que vem de dentro é libertário como o mar.
Não precisas arrancar, basta apreciar, cuidar e só, só amar, amar e amar.
Álisson Bonsuet.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Saberes dos sabores
Mulher, tu que morre por amores.
Qual a morte são tuas dores.
Qual a morte é o princípio para paz.
Falando ainda mulher.
Tu não sabes o que é morte.
Nunca houve simples corte.
Nunca coube em nós.
Paixão, tu que vive a mutilar-nos.
Tu, paixão, que esquece-nos a cada fim.
O que ganhas sendo assim?
Vende almas pro diabo?
Falando ainda paixão.
Já não sei se devo.
Já não sei se rezo.
Já não sei se minto.
Ando falando sério.
Ando em desgosto rindo.
Ah, como seria mais fácil.
Saber onde andam seus passos.
Saber onde andam seus fins.
Álisson Bonsuet.
Qual a morte são tuas dores.
Qual a morte é o princípio para paz.
Falando ainda mulher.
Tu não sabes o que é morte.
Nunca houve simples corte.
Nunca coube em nós.
Paixão, tu que vive a mutilar-nos.
Tu, paixão, que esquece-nos a cada fim.
O que ganhas sendo assim?
Vende almas pro diabo?
Falando ainda paixão.
Já não sei se devo.
Já não sei se rezo.
Já não sei se minto.
Ando falando sério.
Ando em desgosto rindo.
Ah, como seria mais fácil.
Saber onde andam seus passos.
Saber onde andam seus fins.
Álisson Bonsuet.
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