Aprendo errando com os bravos seres viventes
que sempre me surpreendem, e atendem ao pedido sincero.
É bom deixar seu corpo ser ouvinte, conhecendo os limites
e ver que o limite existente não existe quando se confia.
Quem tem no bolso faz mal uso.
Quem tem na mente faz recurso.
Quem tem na alma e no coração, faz virar sonho
um pedaço de ilusão, boa e mágica.
Pois neste mundo de ilusões sobrevive quem não voa.
Um ponto inerte é inutil.
Com os meus erros aprendi a dar valor para o sujo e inutil sábio
Que se não soubesse, não estaria ali.
(Álisson Bonsuet)
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Destino
O destino arrasta-me pro seu lado.
Afasta-me dos atrasos.
Prende-me em seus cabelos.
E me deixa em desespero.
Fico louco ao tentar te entender.
Compreendo que não tem como esquecer.
E aprendo a viver paciente e intensamente.
Cada dia diferente, mas sempre tão igual.
Minha rotina friamente, calculadamente, não mente.
Diz quem sente, então senta aqui.
vamos conversar, temos tanto a errar, acertar.
Tudo volta como as ondas do mar.
Álisson Bonsuet
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
O que for bom, vai me fazer bem !
O problema está realmente comigo?
Consigo amar facilmente, gostar facilmente.
Então de repente, me vejo presente na vida de alguém.
Esse alguém está tão dentro de mim, já o consigo sentir.
Isso é a mágica que me fascina, ver a menina sonhar.
Retribuir os sonhos e até cultivar, lembrar, e voltar a amar.
Voltar?
Não, RECOMEÇAR.
Pois parece que nos conhecemos de outras vidas.
Todas as coisas sentidas e ditas, escritas e lidas.
Me fazem querer viver mais e mais com você.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Em meu quarto
Minha vida se reflete em meu quarto.
Mal tratado, com imagens jogadas ao chão.
Na minha desordem tudo está bagunçado.
Na minha vida tudo se resume em um não.
Não quero que pensem que errei.
Mas erraria se não os deixasse pensar.
Não sou o sabedor da verdade.
Mas finjo saber a realidade, finjo saber amar.
Num quarto escuro tentando ouvir o silêncio.
Ouço berros de dor que ecoam dentro de mim.
Será que esse quarto é o que está escuro?
Ou a escuridão marrom dos livros e livrarias é o que se encontram aqui?
Vou organiza-lo, modifica-lo, revoluciona-lo.
Vou deixar tudo como eu quero.
Iria sorrir, sentir menos ou mais, lembrar de esquecer coisas banais
Mas nada pode ficar como está, tudo está errado em meu quarto.
(Álisson Bonsuet)
Mal tratado, com imagens jogadas ao chão.
Na minha desordem tudo está bagunçado.
Na minha vida tudo se resume em um não.
Não quero que pensem que errei.
Mas erraria se não os deixasse pensar.
Não sou o sabedor da verdade.
Mas finjo saber a realidade, finjo saber amar.
Num quarto escuro tentando ouvir o silêncio.
Ouço berros de dor que ecoam dentro de mim.
Será que esse quarto é o que está escuro?
Ou a escuridão marrom dos livros e livrarias é o que se encontram aqui?
Vou organiza-lo, modifica-lo, revoluciona-lo.
Vou deixar tudo como eu quero.
Iria sorrir, sentir menos ou mais, lembrar de esquecer coisas banais
Mas nada pode ficar como está, tudo está errado em meu quarto.
(Álisson Bonsuet)
terça-feira, 26 de julho de 2011
O poeta
É preciso sofrer para aprender a escrever.
É preciso sentir para saber retratar.
Não é preciso ser ator para saber interpretar.
Não é preciso ser poeta para saber amar.
A sabedoria e o saber sem alegria.
A tristeza exata e a ignorância.
Tudo se usa com palavras.
Acentos sem intolerância.
Saber viver, saber sonhar.
Saber dizer, sem nada falar.
Ter uma alma vagabunda.
Cheia de ideias, nenhuma profunda.
E, se a tinta acabar, o poeta morre.
Morre de angústia, por não se expressar.
Morre de fome por não trabalhar.
E ainda morto se faz eterno.
É preciso sentir para saber retratar.
Não é preciso ser ator para saber interpretar.
Não é preciso ser poeta para saber amar.
A sabedoria e o saber sem alegria.
A tristeza exata e a ignorância.
Tudo se usa com palavras.
Acentos sem intolerância.
Saber viver, saber sonhar.
Saber dizer, sem nada falar.
Ter uma alma vagabunda.
Cheia de ideias, nenhuma profunda.
E, se a tinta acabar, o poeta morre.
Morre de angústia, por não se expressar.
Morre de fome por não trabalhar.
E ainda morto se faz eterno.
Correntes invisiveis
Hoje eu acordei com uma vontade imensa de dizer ao mundo que eu realmente sinto um coração bater.
Mas tudo o que eu vi, foi uma parte dele me dizer que a razão queria me proteger.
E o que seria a razão sem sentir a emoção?
Tudo tem o seu paradoxo, e em meio a tempestade, vejo um barquinho chegando pra me salvar.
De repente me apego a esse barco, e não quero voltar.
Por isso eu digo, hoje eu sei onde é o meu lugar.
Não demora e o barquinho vai saber pra onde a minha vida guiar.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
São coisas que me atormentam
Me isolo de tudo que odeio, eu odeio todo mundo.
Falsidade acima de amizade, amor acima de tudo.
Todas as coisas que me cercam são todas as coisas que eu não quero.
Viver com o necessário, esse é o necessário assim eu espero!
Álisson Bonsuet.
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